Olá, caro Aroldo!
Bem, tomo a liberdade desse contato para encaminhar, nos anexos, fotos que eu tirei de obras de arte, no meu modesto entendimento, praticamente escondidas na edificação que abriga a fonte existente no terreno do antigo Cassino Ahu (depois, Colégio Divina Providência e, hoje, unidade da Rede Bom Jesus).
Descobri-as num dia quando fui buscar um neto que estuda no Bom Jesus.
Fiquei curioso em saber a autoria do painel em azulejos pintados e das esculturas, ao pé, onde a água continua jorrando. Do belo painel com um casal de índios e pinheiros, com cerca de 1,40 m x 2.00 m, a única pista, assinalada num dos azulejos, é que ele foi “queimado na fábrica de louças Trevisan | 1941”.
Um conhecido meu acredita terem assinatura do Turin. Dei uma pesquisada pelo Google, mas não achei nenhuma referência. Aliás, só fiquei sabendo que a fábrica Trevisan situava-se na Emiliano Perneta e era do pai do Dalton Trevisan, seu João. Enfim, será que você consegue descobrir quem é o autor? Talvez seja uma pauta legal e, se tiverem valor, as obras mereçam inclusão em roteiro de turismo/arte.
JÚLIO CEZAR RODRIGUES, jornalista, diretor da revista Panorama do Turismo, Curitiba



