

Leitores pedem-me que resuma, em poucas palavras, o conteúdo da mesa-redonda “Câncer, Genética e Espiritualidade”, realizada sábado, 3, em Curitiba, pelo Instituto Ciência e Fé de Curitiba.
Minha conclusão: todos os expositores disseram, por caminhos diversos, mas didaticamente, que cada ser humano escolhe sempre a forma de sua morte. E uma das maneiras “preferidas”, então, é o Câncer. A conclusão é apoiada em pesquisa revelada dia 2, pelo Estadão, que apontou os males oncológicos como a caminho de superar, em óbitos, os males cardíacos no Brasil.
Isso dá-nos, assim, uma certeza: o brasileiro está, então, mostrando “predileção” por tumores.
ESPECIALISTAS
Reunião de excepcional oportunidade, dado ao avanço impressionante do câncer como o segundo maior mal a matar brasileiros, o tema foi fundamente examinado pelos oncologistas Raul Anselmi Jr. e José Cláudio Casali da Rocha e a doutoranda em Farmacologia Eliana Adami. A coordenação dos trabalhos – que incluíram debates com o auditório – foi do vice-presidente do ICFé, oncologista e professor de Medicina Cícero Urban.
Eliana Adami expôs aspectos de sua tese de Mestrado (PUCPR), centrada na influência da espiritualidade na cura de pacientes pesquisados.
A íntegra da mesa redonda realizada pelo Instituto Ciência e Fé de Curitiba no dia 3 de setembro pode ser conferida no Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=406OyiYrFT4. A gravação feita pelo memorialista Wasyl Stuparyk traz as falas dos médicos Casali da Rocha e Raul Anselmi Junior, e da doutoranda em Farmacologia, Eliana Adami sobre “Câncer, Genética e Espiritualidade”.
