sexta-feira, 24 abril, 2026
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O amargo cachê

Na “pátria educadora”, as coisas correm assim, quando se trata de investir em educação: os conselheiros do Conselho Estadual de Educação (CEE) estão com os seus cachês muito defasados. Por reunião, cada um deles recebe apenas R$ 190,00, valor ridículo, um desafio especialmente para os educadores que vêm do interior para as sessões do colegiado. Se o conselheiro comparecer a 10 reuniões terá, no máximo, R$ 1.900,00, menos do que ganha, por exemplo, um soldado da PMEP, que, é certo, precisa ganhar bem.

E soldado no Paraná ganha relativamente bem.

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