Curitiba amanheceu quinta, 9, sob o arbítrio do MST, o chamado “movimento popular” que vive basicamente à custa de nossos impostos, pois, desde que nasceu, todos os governos o subsidiaram.
Os do PT ampliaram essa “generosidade”, o que não é segredo.
E por que amanhecemos sitiados?
Simplesmente porque o MST resolveu instalar, na calada da noite dezenas de barracas e trancar a Rua Dr.Faivre, a partir da esquina com Av.Sete de Setembro. E com o pretexto de protestar contra “o golpe”, como eles classificam o julgamento da presidente Dilma Rousseff pelo Senado.
Admito que se proteste contra Renan, Eduardo Cunha, Dilma e companhia, e quem quer que seja. Faz parte da Democracia. Mas sem que isso signifique violar meus direitos democráticos. Um dos mais sagrados é o direito de ir e vir que, em hipótese alguma, pode ser definido pelos celerados do MST.
CIDADE SITIADA (2)
E assim as chamadas autoridades constituídas capitularam mais uma vez à ditadura do MST: nem a Prefeitura (SETRAN, onde está, tu que és tão zelosa em multar motoristas?), nem a Polícia Militar ou DETRAN, muito menos qualquer órgão federal tomou conhecimento da arbitrariedade.
E a perspectiva, sabe-se, é de, proximamente termos novos impostos. É só questão de tempo. Dinheiro que, de alguma maneira, vai financiar essa inversão de democracia.
CIDADE SITIADA (3)
Anos atrás, quando Curitiba ainda era absolutamente provinciana, alguns poetas locais – lembro bem – protestavam contra a cidade então muito acanhada, sem graça.
Chamavam-na “aldeia sinistra”.
Agora regredimos, somos uma cidade sitiada, com a cumplicidade dos homens e mulheres que elegemos em todos os níveis.
Cidadão curitibano, me nego a aceitar essas anomalias, anticidadania.
