
“Cada vez mais a prefeitura está avançando com aparelhamento tecnológico e territorialmente para aumentar os seus lucros. Tecnologicamente – com radares que puxam pela placa se está em dia o IPVA, o número de multas etc.
Territorialmente delimitando da noite para o dia sem aviso prévio sinalização de placas, faixas com o pretexto de melhorar a mobilidade, onde na verdade mais confunde o motorista do que o orienta ,pois há via lenta de 40 km/h e outras de 30 km/h. Agora baixou mais: nas vias principais de 60 para 50 km/h, entre outras pegadinhas que induzem o motorista ao erro.
Outra questão vergonhosa foi a implantação do ESTAR na calada da noite na Av. Iguaçu, que vai por enquanto até a altura do Colégio Lysímaco Ferreira da Costa, e suas transversais formando uma coluna vertebral nova para cobrança de ESTAR e possíveis novas multas, (mais rentabilidade – melhor que a Bovespa ou Bitcoin), em pleno bairro, avançando em muito nas zonas residenciais.
O que mais me espanta é ver os curitibanos verem e aceitarem passivamente tudo isso, sem ao menos questionar os seus vereadores ou a própria PMC. Logo com toda essa passividade e Normatização do Bizarro poderá estar na frente da casa do curitibano com uma nova sinalização com a plaquinha do ESTAR – quer maior contradição – aí vem novos questionamentos para que pago o IPTU? Para que pago o IPVA? Trânsito campo minado de multas e o ESTAR outra arapuca caça níquel?”.
Claudio Chaiben – Curitiba
