terça-feira, 5 maio, 2026
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“Alvaro é a solução do Podemos para presidir partido no Paraná”

Senadores Oriovisto Guimarães, Flávio Arns e Alvaro Dias.

Essa é hoje  a posição dominante no Diretório estadual do Partido, surpreendido pela saída de Cesar Silvestri – “ pois fomos informados pelos jornais de seu acordo com Doria”

 

Dia 25, terça-feira próxima, poderá mudar tudo o que se vê hoje no Podemos do Paraná, quando a presidente nacional  da sigla, deputada Renata Abreu, estará em Curitiba para um grande encontro com os três senadores do partido e lideranças locais,  para  obrigatório exame do  papel que a legenda terá nas eleições de 2022 no Estado. Do encontro deve sair o nome do novo presidente do partido no Estado, admite-se.

Esta opinião sobre grandes novidades que se avizinham no Podemos não resulta de manifestação isolada de observadores. É  parte de um quieto, mas consistente movimento brotado horas atrás, dentro do partido no Estado, ainda “chocado” com a saída surpreendente do antigo presidente, Cesar Silvestri:

– Fomos surpreendidos de todo, pela trama de Silvestri com o governador Doria, que o levou ao PSDB para concorrer ao governo do Paraná, explica uma liderança do Podemos da Região Metropolitana de Curitiba,
para quem só haveria uma solução para estabelecer o novo comando  definitivo do partido no Estado:

– O nome é o de Alvaro Dias, que tem história, honradez, uma liderança incontestável, capaz de equilibrar as forças partidárias.

Esta é a grande torcida interna no Podemos.

Cesar Silvestri Filho

Para observadores do partido, se Alvaro fosse candidato a deputado estadual e federal, haveria sim impeditivo para exercer a presidência do Podemos. Mas ele continua firme na sua postulação “e confiante que o governador Ratinho Junior mantenha o acordo de apoiar sua candidatura ao Senado.”

Alvaro Dias e Sergio Moro. Foto: Reprodução/Instagram (@SF_Moro).

ARNS À DISPOSIÇÃO

Flávio Arns, que em pesquisas internas do partido estaria pontuando “muito bem” com vistas a  eventual candidatura ao Governo, não trata do tema. Para alguns correligionários mais próximos, Arns admite que não foge de palanque partidário, “se necessário”.

Entenda-se, então a força dessa definição partida de um homem público que está acostumado a faturar eleições pelas bordas: no  primeiro mandato de senador, derrotou Paulo Pimentel; e na eleição de 2018, derrotou Roberto Requião e Beto Richa. Até por isso, há  muita força nessa sua disposição de ficar “às ordens, se necessário”.

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