quarta-feira, 6 maio, 2026
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Complexo de Saúde Pequeno Cotolengo aplica primeira dose de vacina em crianças

Organização que atende 230 pessoas com múltiplas deficiências, incluindo crianças e adolescentes, promoveu vacinação contra Covid-19 nesta manhã (18)

 

O Complexo de Saúde Pequeno Cotolengo agora está 100% vacinado: todos os assistidos atendidos pela Organização receberam a vacina contra a Covid-19. O grupo que ainda não havia se vacinado eram as crianças de 5 a 11 anos, que nesta terça-feira (18), puderam receber a primeira dose.

Ao todo, cinco crianças foram vacinadas, conforme orientações da Prefeitura Municipal de Curitiba, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS). De acordo com a Prefeitura, as doses iniciais que estão sendo aplicadas são prioritárias para crianças de 5 a 11 anos acamadas, institucionalizadas e indígenas, bem como crianças de 9 a 11 anos com deficiência permanente e com comorbidades, correspondendo ao perfil dos assistidos do Pequeno Cotolengo. As equipes da SMS se deslocaram até a Organização para a aplicação das doses.

Segundo o diretor técnico do Complexo de Saúde, Dr. Tiago Kuchnir (CRM PR – 24789), a vacinação é fundamental para evitar possíveis surtos institucionais. “É com muita alegria que podemos dizer que o Cotolengo está 100% vacinado. As vacinas são fundamentais para a proteção, evitando possíveis agravamentos de casos entre nossos assistidos”, explicou.

O Complexo de Saúde Pequeno Cotolengo foi a primeira Instituição de Longa Permanência para Idosos (ILPI) a receber a vacina contra a Covid-19 em Curitiba. O início da vacinação aconteceu em janeiro de 2021, e as doses de reforço foram aplicadas em novembro de 2021. A Organização não registrou nenhum óbito de assistidos em decorrência a Covid-19 desde o início da pandemia, em 2020.

Nas dependências do Complexo de Saúde, os cuidados e medidas sanitárias de combate ao vírus continuam, sendo obrigatório o uso de máscara, distanciamento social, além da assepsia com a lavagem das mãos antes de entrar na Organização. Com o aumento de casos na capital paranaense no início de janeiro deste ano, o Comitê de Crise do Complexo de Saúde Pequeno Cotolengo adotou novamente medidas de contingência mais rígidas, como a adoção do home office, suspensão de visitas presenciais, entre outras.

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