Não posso ser mais claro, no momento.
Mas o compromisso com a notícia – “é pão quente”, como se diz em jornal -, me leva a passar, embora com limitações de detalhes, uma informação de primeira qualidade, com todas as características de uma futura ‘bomba’ para repercutir nacionalmente.
Trata-se de assunto que pode virar tema policial e com repercussão na delegação do Brasil na Olimpíada, com ramificações no Paraná, onde vivem atletas prejudicados e, assim, diretamente interessados no assunto.
Anotem: uma húngara, uma norte-americana e uma italiana estão inscritas como brasileiras, e pretendem disputar pelo Brasil, numa modalidade de esporte olímpico. Passaram, sem problema, pelo Comitê Olímpico.
Ocorre que a alegada nacionalidade brasileira das 3 está sob suspeição, examinada sob lupa de organismo policiais.
A húngara “nacionalizada” não saberia dizer sequer “bom dia”.
Atentos, vamos a conferir o andar da carruagem.
