
(Paranaguá-PR).
O longa-metragem Dor, Fé e Andorinhas, do diretor Müller Barone, comentado nesta coluna e que deverá ser uma das grandes produções paranaenses do próximo ano, já tem locações previstas em Curitiba, Porto de Cima (Morretes) e Alexandra (Paranaguá). Vários ambientes das duas cidades litorâneas comporão a fictícia São João, onde se passa a história. São espaços escolhidos cuidadosamente para o desenrolar da história que trará temas como fé, amor e solidariedade.
A seguir, textos e imagens de apresentação do projeto, que agora está em fase de captação:
Dor, Fé e Andorinhas
Sinopse
Na pequena São João, um acontecimento envolvendo Nina, uma criança de sete anos, provoca o encontro entre Padre Antônio, em crise de fé, e Valkíria, promotora pública que investiga uma suspeita do delegado local. Valkíria e Antônio precisarão confrontar suas crenças, filosofias e regras para definirem os destinos de si mesmos e de outras pessoas do lugar.

Barreiros, Natalie Fronczak.
Conceito
O projeto aborda inúmeras questões centrais que definem a vida das sociedades atuais, especialmente na América Latina. Vários temas são apresentados, não como imposição de ideias ou pontos de vista, mas para análise e discussão. A trama dá visibilidade a questões que dominam todos os setores da vida em sociedade.
Partindo da fé cristã, seus dogmas e práticas, em confronto com o ateísmo, e conceitos de justiça, o papel da mulher e outros temas surgem no decorrer da narrativa, ora de forma explícita, ora em metáforas.
Direção
Müller Barone
Roteiro
Müller Barone e Valéria Navarro
Produção
Juliana Caimi e Manu Fuzaro
Edição
Raphael Bittencourt
