
Na sessão plenária híbrida desta quarta-feira (3), Pastor Marciano Alves (Republicanos) comentou em plenário o caso envolvendo o ex-jogador do Minas Tênis Clube, Maurício Souza, que teria sido demitido da equipe de voleibol após a repercussão de seu posicionamento contrário nas redes sociais a respeito dos novos quadrinhos do Superman, em que o herói se posiciona nas histórias como bissexual. Para o vereador de Curitiba, é um “triste episódio de perseguição” a quem usou da sua liberdade de expressão. O parlamentar fez um desagravo ao atleta e repudiou o que chamou de “verdadeira ditadura ideológica” e à “militância que quer acabar com o direito de expressão” das pessoas.
Imposição ideológica
“Pelo simples fato dele ter discordado do uso de desenhos que promovem a bissexualidade ao público infanto-juvenil. O que ocorrido frequentemente é o uso da cultura como arma de imposição ideológica, não é mais possível fingir que não há um direcionamento da cultura para a doutrinação das pessoas. Pessoas estas que quando expressam sua opinião contrária, são chamadas, entituladas, de homofóbicos, intolerantes. Nós cristãos, não podemos nos calar uma vez que esta imposição ideológica vem cada vez mais ganhando contornos de confrontação à fé bíblica”, afirmou Alves
(CMC, Comunicação)
