
Quase todos os exercícios em torno do tema “como será a vida depois da pandemia” têm privilegiado as dimensões materiais do ser humano. Desconheço exercícios – digamos premonitórios – em que se examina a dimensão espiritual do ser humano, sua face religiosa, afetado pelas “desumanas” imposições ditadas pelo coronavírus. A exceção virá com a série de conferências e debates que o Instituto Ciência e Fé de Curitiba fará, denominado “Caminhos do Sagrado no Pós Pandemia”, a partir do dia 29, quinta-feira.

O evento será via zoom, das 20 às 21 horas, uma vez por mês, até dia 25 de novembro, sempre sob a coordenação do professor de Bioética, mastologista Cícero Urban, dirigente do ICFé. Começará com a palestra de dom Ricardo Hoepers, bispo de Rio Grande, RS, que examinará o tema “A Fé que o vírus não abate”, dia 29 próximo. E será encerrado, nessa fase primeira, com a palestra do doutrinador kardecista Daniel Dallagnol, em 25 de novembro.

Dois foram convidados a participar como debatedores oficiais do primeiro encontro, o advogado José Lúcio Glomb, ex-presidente da Ordem dos Advogados do PR, e o jornalista André Nunes.

QUEM SÃO ELES?
“Caminhos do Sagrado” terá ainda, além das visões kardecista e católica, o olhar protestante histórico, com reverendo Jean Carlos Selleti, presbiteriani independente;visão budista com Jubal Sergio Dohms, escritor, tradutor, artista gráfico e futuro monge budista; rabino Pablo Berman, da comunidade judaica de Curitiba.

A série é totalmente grátis e se insere na proposta do Instituto Ciência e Fé, de discutir as muitas dimensões que “ envolvem conhecimentos científico e propostas religiosas, realidades independentes mas vitais para a vida humana”, conformer assinala o material de divulgação desse evento online.

