
(Do Sismuc)
Servidores da FAS estão denunciando que a vacinação iniciou na categoria, mas não alcança todos os trabalhadores. A imunização é feita sem critérios claros e sem transparência. De acordo com as denúncias, não se sabe quem foi vacinado, de quais locais e equipamentos e nem se houve prioridades para servidores que estão na linha de frente. É uma situação muito grave que fere o princípio de isonomia e de transparência na administração pública.
Lutamos para que a vacinação entre os trabalhadores da FAS seja um processo justo e transparente para que a imunização beneficie pessoas que estão mais expostas a riscos. Essa luta vem sendo travada pelo SISMUC e pelos trabalhadores desde o início do processo de vacinação. O sindicato tem feito articulações e cobrado a vacinação junto à direção da FAS, nos Conselhos de Assistência Social, da Saúde, na Câmara de Vereadores e outros órgãos possíveis.
Queremos vacinas para todos mas é preciso esclarecer qual foi o critério utilizado para vacinar alguns trabalhadores e outros não!
A direção do SISMUC já enviou para a direção da FAS um pedido de informações sobre essa vacinação que teve início sem transparência, e também encaminhou a denúncia para a Câmara Municipal de Vereadores.
É preciso nos mobilizar para dar um basta a este tipo de situação. Para reforçar a luta pedimos que todos participem da Assembleia da FAS que acontece nesta terça-feira (18).Veja no box ao lado como participar.
Vamos juntos discutir as ações para cobrar a vacinação já para todos os trabalhadores do Sistema Único de Assistência Social (SUAS) e condições que garantam segurança para a atividade.
Servidores da FAS merecem respeito
Desde o início da pandemia do novo coronavírus, muitos servidores da FAS foram afastados devido à contaminação de Covid-19. Já houve surto da doença em equipamentos, servidores ficaram entubados, já vieram a óbito, outros estão com sequelas e a gestão Greca nem testes tem feito nas equipes de colegas que tiveram a confirmação para Covid-19.
Muitos servidores da FAS já foram contaminados e agora temem a reinfecção da doença, pois não foram imunizados e não houve melhorias nas condições de trabalho durante este período de pandemia. Além dos EPIs inadequados ou insuficientes, os servidores ainda sofrem com a falta de água nos equipamentos, o que prejudica a higienização dos usuários e também do local de trabalho.
