
RENATO E DARTORA, “VÍTIMAS”
Prezado prof. Aroldo,
A propósito de sua matéria postada hoje, 14-5, sobre discussão de racismo na Câmara de Curitiba, tenho a dizer: Já conheço o dito cujo, Renato Freitas…Rapaz negro, de origens humildes…Mas longe de ser o coitadinho perseguido como ele tenta fazer crer. Mesmos antes de ser eleito…Já vivia se envolvendo em polêmicas. É formado em direito e devidamente inscrito na OAB/PR.
Já assisti a espetáculos dele desacatando guarnições da PM bradando com a carteira da OAB não mãos mandando as pessoas ligar para a Comissão de Prerrogativas da OAB (para dizer que ele estaria sendo agredido). Nas sessões, Renato Freitas não tem respeito ao se portar de maus modos…
Não respeita seus pares, nem a liturgia própria da casa. Em sessões matinai, dá boa noite aos colegas da sala virtual sem saber se é dia ou noite. Com o passar dos dias, se reuniu com a vereadora Carol Dartora para junto de suas pautas incluírem o vitimismo. Agora o do racismo. Ora, na pauta guiada do grupo Dignidade… Enquanto a vereadora Josete pede um minuto de silêncio na Casa pela morte dos bandidos mortos no RJ. Pode, sim Professor, assinar esta carta; não tenho problemas quanto a isso. E não deixe de mencionar que o vereador Herivelto Oliveira, também é negro e nunca mencionou ser vítima de nenhum preconceito na Casa “Casa da mãe Joana” sim… Mas lá temos vereadores de respeito como o também jovem Denian Couto… O Éder Borges…
SANDRO DE CASTRO, administrador de empresa, Curitiba
“MODELO NACIONAL”
Senhor jornalista,
Acompanho com atenção sua cobertura dos feitos da Câmara Municipal de Curitiba. Apreciei muito seu comentário de hoje, 14, em que diz encontrar marcas de racismo estrutural também em Curitiba. O Paraná, concordo, não foge ao modelo brasileiro de racismo amigável.
MARIA BERNADETTE KRUGER PASSOS, professora aposentada
