
Nesta, hoje, coluna, cito Walmor Weiss como um dos integrantes dos quadros da Última Hora no Paraná. No fim da tarde, o jornalista Walter Schmidt, rara memória da imprensa paranaense, me conta que Weiss acabara de morrer.
Empresário bem sucedido no ramo do transporte roodoviário, Walmor é um caso de superação fantástico: como sargento do Exército, no começo dos 1960, escrevia uma coluna sobre temas militares na “vermelha” UH. Claro que, por ser militar, não podia assinar o trabalho. Pela ação considerada “subversiva”, perdeu a patente militar, penou na vida, vendendo frutas e começando, depois, uma minmi-empresa de transportes, até transformar-se na potente Transportadora Weiss. Chegou a prestar serviços para os correios.
Walmor teve importância na representação empresarial em Curitiba e era, sobretudo, um grande ser humano.
