quarta-feira, 29 julho, 2026
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“BEM COMUM”

João Arruda (foto: John Hay)

Por Vinicius Sgarbe, jornalista 

Hoje, peço sua atenção especial. A atenção, no preço que está, já é muita coisa. E a quero especialmente, porque escrevo sobre o que acredito e quero para o futuro – e, assim, apto-me cidadão. Tenho estudado o que é democracia. E não é que tem a ver com “bem comum”? Não que isso signifique algo diretamente, porque pensamos várias coisas sobre o que é, enfim, “bem comum”.

Mas não se iluda que este seja mais um texto existencialista, garanto entendimento a todos: votarei 15 para prefeito em Curitiba. Se você está em dúvida e não decidiu, convido-o a prestar atenção nestas razões.

  1. Estive perto de João (Arruda) nos últimos dez anos – desde que nos conhecemos nos corredores do Sistema Globo de Rádio. Conheço-o da versão tribuna da Câmara dos Deputados à sarjeta do Centro de Curitiba. Ele é o mesmo no palácio e na palafita;
  2. João é desprovido de preconceitos demasiadamente comuns – ele me faz refletir sobre os meus próprios. Vive a própria família, que integra aos amigos e ao trabalho com naturalidade;
  3. É um homem inteligente – isso muda muito as coisas, não? Assimila rápido as ideias que fazem sentido para si mesmo, para os outros e para o “bem comum”, e as reprocessa e redistribui quase instantaneamente;
  4. Tem experiência política, porque já o vi arrefecer ânimos inflamados que bem poderiam ter tornado o mundo violento. Dialoga de igual com os grandões e não tem receio de dizer o que realmente pensa. Aliás, mesmo para os temas controversos, oferece explicações que não têm a ver com implorar aceitação, mas com respeito aos interlocutores;
  5. Tem o plano de governo mais coerente para 2021, fundamentado na participação de mais de 300 pessoas. As propostas são viáveis, dentro do orçamento, e significam um tipo de audiência pública permanente para todos os anos de mandato.
  6. Empenho meus anos de curitibano – atualmente morador do terceiro menor bairro da cidade, cujo nome é uma homenagem a uma cearense chamada Izabel, que era mãe de um leiteiro – nessas palavras. Com o pessoal da minha turma, “dia 15, vote 15”.
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