Antes olhado até com desconfiança pelo mundo político, general é
acatado como excelente gestor de recursos públicos

Olhado de início com certa restrição pelo patriciado político
paranaense, o general Silva e Luna impôs-se em pouco tempo como
diretor-geral brasileiro da Itaipu Binacional. De saída, tratou de
aplicar recursos da binacional numa obra há dezenas de anos sonhada, mas
nunca levada pra frente – a construção da nova ponte ligando de
Integração Brasil-Paraguai. Era uma espécie de “obra de Santa Engracia”,
sempre adiada.
E dessa forma, sem alardes em sem “show off” foi que Silva e Luna (
com apoio de tantas áreas de Itaipu, como o correto e discreto de sua
gerente de Comunicação Social), Luna foi dando conta da obra
fantástica que ergueu. De saída, Itaipu alocou pelo menos R$ 1 bilhão na
ponte vital para o país.
– Quer dizer: dinheiro sempre houve para a ponte. \Faltava era vontade
de fazê-la, observa um político de Foz e ex-deputado…
PALAVRA DO PRESIDENTE
Na última quiunta-feira, 17, o presidente da República não poderia
ter-se mostrado mais empolgado com o trabalho de um de seus auxiliares.
Bolsonaro destacou em live, mais uma vez, a boa gestão Silva e Luna à
frente de Itaipu
Em outras ocasiões, o presidente já havia citado ação da atual
administração da usina. Com a reestruturação, Itaipu está investindo
mais de R$ 1 bilhão em obras estruturantes, como a segunda ponte, por
exemplo.
O presidente citou como exemplo a Ponte da Integração-Brasil-Paraguai.
(Silva e Luna) “conseguiu fazer com que a parte brasileira, que
praticamente não tinha ‘lucros’, construísse a segunda ponte e outras
obras”. A Itaipu, no lado brasileiro, tem em sua área de influência 54
municípios da região Oeste do Paraná.
Em 16 de junho, Bolsonaro tinha feito elogio semelhante na rede social,
ao comentar a satisfação dos políticos do Paraná em ter na usina de
Itaipu um homem que vem ajudando todo o Estado. Em outras ocasiões, o
presidente também havia destacado o trabalho da gestão Silva e Luna, que
tem como base seguir as diretrizes da boa administração pública:
legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência.
