Demissões de jornalistas continuam:
nesta quinta, duas foram despedidas.
Uma estava há 15 anos na empresa dos Cunha Pereira,
a caminho de completar 102 anos de fundação.

Em cima da hora: nesta quinta-feira, 4, a direção do jornal Gazeta do Povo reuniu seus funcionários para anunciar mais uma decisão definitiva: a edição impressa da GP, dedicada a temas, vai acabar logo.
Terá, no máximo, mais quatro edições. Até por isso, jornalistas vinculados à Gazeta do Povo impressa (revista dominical) serão demitidos gradativamente.
Nesta quinta, por exemplo, foram demitidas duas jornalistas com anos de casa: Katia (15 anos) e Rosana (dez anos). A diretoria, na pessoa de Ana Amélia Felizola, garante que o trabalho online será mesmo definitivo, não resulta de decisão em função da pandemia.
Guilherme Cunha Pereira, o irmão de Ana Amélia e diretor do GP, está praticamente ausente, há meses, dos trabalhos da GP online e impresso. Toda diretoria da empresa de comunicação, que ocupava dependências do casarão da antiga Fábrica de Metro (espaço também do Goethe Institute) deixou o espaço. “Às vezes a Ana Amélia frequenta o edifício do bairro Tarumã, onde ainda um andar está reservado ao departamento comercial”, diz fonte da empresa.
Uma Gazeta do Povo em revista
