A morte do diplomata, embaixador Orlando Soares Carbonar, 88, em agosto, continua sendo lembrada por vários homens da velha geração de intelectuais curitibanos com os quais conviveu, como Jaime Lerner, Eduardo Rocha Virmond, René Dotti, Luiz Geraldo Mazza, Dalton Trevisan…
No universo das grandes decisões da República está a recordação de que o Tratado de Itaipu teve vital participação do paranaense. E na memória do jornalismo paranaense, Carbonar, um cavalheiro por excelência, é citado como tendo sido jornalista da Gazeta do Povo, anos 1950.
No Itamaraty, Carbonar ocupou posições como as de embaixador na Itália, de onde vieram seus avós paternos, e Assunção.
Um dos seus mais próximos companheiros de incursões no mundo da literatura e História do Brasil foi, especialmente nos anos 1990, o crítico literário Wilson Martins.