Professor Clémerson Merlin Clève: reitor da UNIBRASIL
Dono da arapuca paulista está preso. Não confundi-la, jamais, com a UNIBRASIL.
Quem é José Fernando Pinto da Costa, pouca gente sabe nos meios educacionais do país.
O que se sabe é que, desde terça-feira, esse fulano foi preso pela Polícia Federal, no interior de São Paulo, onde sua estranha Universidade do Brasil vinha apresentando impressionantes números de crescimento. À custa de um enorme rol de maracutaias. Uma delas, a venda de vagas em Medicina para alunos vindos do exterior. As vagas chegavam a custar R$ 120 mil.
VENDENDO BOLSAS
Não satisfeito com essas barbaridades, a Universidade do Brasil (nada a ver com a ex-tradicional ex-Universidade do Brasil, que deu origem à Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ), o negócio de Fernando Pinto da Costa, lucrava mais ainda com venda de bolsas de estudos que liberava por meio do Fies, Prouni e Universidade Para Todos.
NÃO CONFUNDIR
Não se sabe ainda a extensão da roubalheira em âmbito dos governos.
Sabe-se, isso sim, que a fraude/roubo à guisa de educação chegou a R$ 500 milhões nos últimos 5 anos.
PREMONIÇÃO
Como sentido premonitório, lembro: semanas atrás uma fonte muito boa da UNIBRASIL – criada e sob o comando do competentíssimo constitucionalista Clémerson Merlin Clève – presente em várias cidades do Paraná, me alertava:
– Essa excrescência da Universidade do Brasil causa prejuízo até a quem, como nós, UNIBRASIL, temos nosso nome lamentavelmente, soando parecido com a desses criminosos.
Mais acrescenta a coluna: quem se der ao trabalho de pesquisar, verá que a chamada Universidade do Brasil vinha promovendo e apoiando grandes lances no mundo do futebol nacional. Estava associada a clubes importantes.