
Prezado Aroldo,
mais uma vez peço sua discrição quanto às minhas iniciais, a fim de que eu não sofra represálias.
Escrevo para falar do projeto Rosto da Cidade, coordenado atualmente pela Secretaria do Meio Ambiente.
Reconheço que uma cidade sem pichações e um centro histórico bem cuidado são importantes inclusive para a autoestima do curitibano. Mas confesso que me assusta ver o dinheiro público custear a pintura e a mão-de-obra em imóveis de particulares.
A prefeitura até aprovou legislação que permite tal gasto, mas resta saber se haverá a correta contrapartida por parte dos proprietários beneficiados.
Vale destacar ainda que é comum as equipes das secretarias de obras e meio ambiente refazerem inúmeras demãos de tinta nas igrejas do Rosário e da Ordem, mas perguntamos: e as demais igrejas antigas e de outras religiões, como a Luterana? Terão a mesma regalia? Lembrando que o poder público não pode realizar essa obra num bem particular e religioso.
Para você pensar e cogitar se o alerta vale ou não.
Saudações
LCC, funcionário municipal, Curitiba
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“MENSALINHOS” NO ESTACIONAMENTO CHEIO
Caro jornalista
A respeito do mensalinho comentando na coluna Dos Leitores em 02/09 cabe dizer que estamos todos de olho aqui no Palácio 29 de março, pois, de uns tempos pra cá, o estacionamento da prefeitura ,que é quase que exclusivamente para comissionados, teve um upgrade no que se refere a patamares de modelos de automóveis, bem típico de benesses ilegais como o citado mensalinho.
GERMANO G, funcionário municipal de Curitiba
