sexta-feira, 10 julho, 2026
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GHIGNONE ADMITE PROBLEMAS NO CONTRATO COM A JMK

Depoimento na CPI da JMK (Foto: Assessoria)

Por Assessoria de imprensa do deputado estadual Soldado Fruet

Interrogado nesta terça-feira (20) pela CPI da JMK da Assembleia Legislativa, o ex-secretário estadual da Administração e Previdência, Fernando Ghignone, reconheceu que “o contrato é muito malfeito”.

Segundo o depoente, havia cerca de 200 oficinas com dificuldades financeiras por atrasos nos pagamentos da JMK e o aditivo de 15 milhões, valor que teria sido respaldado pela Secretaria da Fazenda.

FISCALIZAÇÃO

“Não cometemos nenhum ato ilegal, o que procuramos foi evitar prejuízos ao erário público.”, afirmou. Para ele o Departamento de Gestão do Transporte Oficial (DETO) historicamente nunca teve um corpo técnico adequado para a fiscalização, citou que abriu cinco processos administrativos contra a JMK e elogiou a CPI por buscar um modelo eficiente para a gestão da frota paranaense.

Também foram ouvidos Gerson Luiz Charello e Marlon Antônio Alves, indicados pela Secretaria Estadual da Segurança Pública (SESP), respectivamente, como gestor e fiscal do contrato com a JMK. Eles informaram que autorizavam a execução dos serviços no sistema após a aprovação dos orçamentos, mas relataram nunca ter visitado as oficinas.

PRÓXIMAS OITIVAS

Nesta quarta-feira (21), a partir das 9h, a CPI da JMK tomará os depoimentos do ex-diretor-geral da SEAP, Francisco Farah, e do major Alessandro Galeski, fiscal do contrato pela Polícia Militar do Paraná.

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