Pois está aí, o leitor Daniel Medeiro postou no seu facebook a sua oportuna descoberta sobre a “autoria” das maçanetas douradas, tendo como motivo o pinhão, que o alcaide exibiu como grande feito e recente fantasia prefeitural.

Para o alcaide Rafael Waldomiro Greca de Macedo,64, a denominada primeira dama, Margarita Pericás Sansone, seria a design criadora das peças. E pediu aplausos para aquela idosa senhora, 76.
A mim não se surpreendem essas mentiras, que procuram apenas exaltar uma antiga amizade. Lembro, a propósito, que por um tempo o alcaide dizia, e escrevia, que Margarita era formada em Geologia, outras vezes, teria se graduado em Antropologia.
Embora ela até tenha boa formação acadêmica, é verdade. Formou-se em Economia.
A ÁGUA MINERAL
Como a mentira tem pernas curtas, desta vez a “atochada” do prefeito durou poucas horas. Bem ao contrário do que aconteceu com o exame dos gastos absurdos de Rafael Waldomiro, que chegou a pagar R$ 29,00 por uma garrafa, 500 ml, de água mineral em restaurante em São Paulo. Um absurdo de gasto descoberto só meses depois do corrido.
E MÔNICA E CATTANI?
Na verdade, muita gente está surpresa: esperava-se que com a posse de Mônica Santana como secretária de Comunicação, alguém, enfim, conteria as pulsões fantasmagóricas do alcaide. E também se esperava que seu assessor mais apreciado e valorizado – para quem até anda tratando de conseguir uma gratificação além do normal e legal, via fornecedores -, as coisas iriam arrefecer no arraial do prefeito.
No entanto, Mônica, nem Marcelo Cattani – para felicidade dos que disputarão o contra Greca em 2020 – consegue moderar o alcaide.
Leia, seguir, o relato da descoberta de Daniel Medeiros:
Estava acompanhando a história da maçaneta com pinhões criada pela primeira dama e comprada com dinheiro público para enfeitar as portas da sede da prefeitura e fiquei com a impressão que já conhecia aquela maçaneta. Sai de casa pensando nisso. E então, a revelação: olha a maçaneta da porta de entrada do meu prédio (a primeira foto é o design da primeira dama. A segunda, de autoria desconhecida e indignada da porta do meu prédio.)

