
No Brasil, segundo um estudo que contempla as cidades de Ribeirão Preto, Campo Grande, Ponta Grossa, Fortaleza e o Estado da Paraíba, evidenciou que o tempo médio da consulta estava entre 7 e 8 minutos.
Ou seja, o médico não olha para, não se conecta. A interrupção acelerada é fruto da necessidade de ganhar tempo que tomou conta da profissão, ou também revela uma característica que vem tomando conta da classe?
(leia em Opinião de Valor, nesta coluna)
