Inaugurada pelo prefeito Rafael Waldomiro Greca em setembro de 2017, a estátua de Confúcio, sobre o jardim na interseção das ruas Deputado Mário de Barros com a Marechal Hermes, no Centro Cívico, que nosso alegre alcaide denominou por sua vontade real de Largo da China – mas de largo o local nada tem, pois é apenas uma rótula de trânsito – para retribuir ao país do extremo oriente que lhe presenteou com a enorme escultura em pedra do milenar filósofo. Acontece que muitos transeuntes do Centro Cívico desconhecem o sábio oriental e já apelidaram o monumento de “estátua do Greca”. Não se sabe se pela forma nada atlética do corpo esculpido com uma espécie ou pela carranca nada simpática aos que por ali passam.
DERRAPOU COM ÁRABES
O prefeito aliás, parece ter uma relação aziaga com mimos que recebe do estrangeiro. Anos atrás, quando foi mandatário da cidade pela primeira vez, para inaugurar a Biblioteca Árabe na praça próxima ao Passeio Público pediu ao então embaixador do Irã, em Brasília, para decorar a entrada do edifício, azulejos de Isfahan, que chegaram e foram instalados. Quando da inauguração, a comunidade árabe de Curitiba, entre eles cristãos e muçulmanos, ficou perplexa. Os azulejos ostentavam dizeres do Alcorão, não em árabe, mas em persa.
O culto Greca não sabia que os iranianos não são árabes.