
Pois é, estamos assim, com alto nível de práticas políticas:
Lula diz que o Brasil está sendo governado por “um banco de malucos”; o presidente Bolsonaro devolve, dizendo que “é melhor do que ser um bando de cachaceiros”.
Os dois casos – maluquices e adição alcoólica – exigem tratamento psiquiátrico.
E olha que o governo está até entrando em nova frente de luta por causa de dependências como a do álcool e drogas. A proposta é valorizar as comunidades terapêuticas, casas geralmente dirigidas por igrejas, nas quais o recolhimento da balburdia do mundo é ponto de partida do tratamento.
O silêncio não é exatamente característica de Lula e de Jair Bolsonaro.
