
Um grupo de WhatsApp mantido pela comunicação da Superintendência da Polícia Federal em Curitiba teve troca de mensagens atípica, na tarde de quinta-feira (25).
O departamento abriu o cadastramento de jornalistas que queriam entrevistar o ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva. O atípico se deve a duas razões principais. Primeiro, um jornalista mencionou que a Folha de S. Paulo e o El País, veículos que conseguiram na Justiça o direito de falar com o preso, poderiam perder o interesse pela conversa se colegas de outras marcas entrassem. Depois, o grupo de mensagens mantinha – até esse episódio em que muitas mensagens foram trocadas – um tom cerimonioso, quase fúnebre. Se alguém enviasse “bom dia” por engano era logo enquadrado com lembretes sobre as regras da polícia: só ela fala.
Finalmente, o ministro Lewandowski decidiu que só a Folha de São Paulo e El Pays poderiam ouvir Lula, na sexta, 26.
Roma locuta, causa finita…
