
Nesta terça-feira, 9, ouvi duas versões sobre o deputado estadual Fernando Francischini: uma, a de que estaria “totalmente queimado” junto ao presidente Bolsonaro, por conta de rescaldos da campanha presidencial; a outra, de que será eventual grande beneficiado, em Curitiba, caso a aceitação de Jair cresça na aceitação popular. Se isso acontecer, dizem, ele seria forte candidato a prefeito de Curitiba.
Tudo no condicional e na meteorologia do mundo político, que tem seu tempo e ambiente próprios, além de incontáveis “meteorologistas”.
