
Nota curta e grossa, porque até me arrepia tratar do assunto: professor de Construção Civil, 1, 2, 3 e de Tópicos Especiais de Construção Civil, numa escola paranaense superior, o engenheiro REKP perdeu o emprego por um simples “crime”: condenou em sala de aula e junto a outros professores, o colega – da Cadeira de Solos – que ensina seus alunos a preverem $$$ em “facilitação” nos cálculos de um orçamento.
Quer dizer: o suposto mestre considera que a propina, especialmente em órgãos públicos, é fato consumado e os novos profissionais terão de ir se habituando com o delito. Nos custos de uma obra, a propina é a lição assumida como fatalidade.
