
Nem todos os parlamentares de Brasília estão contentes com a proposta do Governo e criar uma espécie de “bancos de talentos”, mapeando currículo de cada candidato a cargo no segundo escalão da administração federal.
A ideia tem muitas aprovações, e, na mesma proporção, ou mais, a grita dos que querem o modelo antigo: simples indicação das bases políticas, consolidando a velha troca de favores.
FILIPE BARROS
Um deputado tido como muito próximo do presidente Bolsonaro, o paranaense Filipe Barros (PSL/PR), não esconde a defesa forte que faz da proposta. Para o paranaense, não se trata da velha fórmula do “dá lá, toma cá”. Mas uma maneira de os parlamentares serem responsáveis pelas indicações. E assim serem bem cobrados sobre a eficiência de cada contratado.
