
Se prevalecer o ponto de vista de Salim Mattar, o secretário da Privatização do Governo Federal, só sobrarão a Petrobrás, a Caixa Econômica e o Banco do Brasil como estatais. O governo não deve ser empresário, cravou em recentes declarações, quando classificou os Correios (ECT) como “máquina de corrupção”.
Mattar deve ter-se colocado como qualquer brasileiro inteligente e patriota: afinal, por que o Governo deve manter uma estatal produtora de ‘chips’ par controlar gado? Ou uma empresa para alimentar sonho de um trem de alta velocidade, entre Rio e Campinas, nascida em tempos de Dilma?
