quinta-feira, 2 julho, 2026
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Plano Estadual da Mulher norteia políticas e reforça ações do Estado

Documento aprovado pelo Conselho Estadual dos Direitos da Mulher foi apresentado pela governadora, em evento com a presença de prefeitos do Paraná. Também foi anunciada a implantação de cofinanciamento para o acolhimento de mulheres em situação de violência.

A governadora Cida Borghetti confirmou nesta segunda-feira (17) uma série de medidas na área de garantia de direitos da mulher, em 99 municípios paranaenses. (Foto Jonas Oliveira)
A governadora Cida Borghetti confirmou nesta segunda-feira (17) uma série de medidas na área de garantia de direitos da mulher, em 99 municípios paranaenses. (Foto Jonas Oliveira)

Agência Estadual de Notícias

O Paraná conta com o Plano Estadual da Mulher, documento que norteia as políticas públicas de promoção dos direitos da população feminina, para os próximos quatro anos (2018-2021). O plano já foi lançado e aprovado pelo Conselho Estadual dos Direitos da Mulher. Nesta segunda-feira (17), em evento com cerca de 100 prefeitos paranaenses, a governadora apresentou a versão impressa do documento.

Cida também anunciou a implantação, em oito municípios, do cofinanciamento para o acolhimento de mulheres em situação de violência. Na mesma solenidade, foi confirmada uma série de medidas voltadas à primeira infância, às crianças e adolescentes e aos idosos.

A governadora reforçou que o plano estadual e o cofinanciamento reforçam o compromisso do governo com o planejamento e a atuação integrada para garantir os direitos das mulheres. “São ações necessárias que asseguram o fortalecimento das políticas públicas e o atendimento com qualidade às mulheres”, disse ela. “Precisamos olhar por todas as pessoas que precisam de apoio do Estado, independente se vivem nas pequenas ou grandes cidades”, reforçou a governadora.

BASE DE DADOS

A versão online do Plano Estadual da Mulher está disponível no site Secretaria da Família e Desenvolvimento Social. O documento foi elaborado pela Secretaria de Estado da Família e Desenvolvimento Social, em conjunto com as demais secretarias, Ministério Público, Tribunal de Justiça e com a sociedade civil e ficou disponível para consulta pública. “Foi fruto de um trabalho em conjunto feito por vários atores”, disse a secretária da Família e Desenvolvimento Social, Nádia Moura.

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