
Wilson Picler está sob ‘voto de silêncio’, não fala de eleições, de política, nega-se a fazer observações sobre seu recente ensaio de ser candidato ao Senado.
Foi apenas ensaio, mesmo assim, observo, ele apareceu com 4% de intenção de votos na última pesquisa IBOPE.
Picler não fala também de Fernando Francischini, a quem, a boca pequena, velhos companheiros do empresário e educador creditam “ter sido empecilho” para o CEO do Grupo Educacional Uninter levar a bom termo sua anunciada candidatura no PSL.
EMPRESA É PRIORIDADE
O que Picler não esconde – e confessa a amigos – é sua certeza de que entrada em corrida eleitoral, tal como se faz no Brasil de hoje, é assunto encerrado. Definitivamente.
Sou visão de hoje sobre o assunto, segundo amigos de Picler, enfim, é que “seria loucura” postergar projeto empresarial consistente e de sucesso, como o Uninter, em busca de mandato, tarefa caríssima e que tenderia a comprometer a vida empresarial.
Em meios educacionais e empresariais é conhecida apenas uma simpatia política de Picler para as próximas eleições: o nome do candidato ao Senado Flávio Arns.
Quando provocado sobre tal preferência, Picler apenas sorri.

