segunda-feira, 29 junho, 2026
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Estilo de Vida: Como o seu DNA pode torná-lo mais empático

A predisposição para a empatia não é apenas moldada pelo seu ambiente de infância

 

Sophia Swinford

 

Base genética para empatia pode ser melhorada (Crédito: Shutterstock)
Base genética para empatia pode ser melhorada (Crédito: Shutterstock)

Se alguém lhe disser que seus pais podem ser culpados por seu nível de empatia, você pode assumir que eles estavam se referindo ao seu ambiente de infância, à maneira pela qual você foi criado(a). Mas e se seus pais contribuíram para sua capacidade – ou a falta dela – de ter empatia desde o momento em que você foi concebido?

 

COM CAMBRIDGE

Um novo estudo – realizado com a contribuição conjunta da Universidade de Cambridge, do Institut Pasteur, da Universidade Paris Diderot e da empresa de biotecnologia 23AndMe – detectou uma ligação entre a composição genética dos participantes e sua Empatia Quociente. Os pontos da Empatia Quociente dividem a empatia em duas categorias: empatia cognitiva (a capacidade de compreender os pensamentos e sentimentos dos outros) e empatia afetiva (a capacidade de responder à experiência do outro com a emoção relevante).

 

CORRELATOS

“Qualquer atributo humano é parcialmente genético”, comentou o pesquisador Varun Warrier. “Mesmo algo como empatia, que a maioria das pessoas possa pensar que não é genética, tem correlatos genéticos”.

 

BASE GENÉTICA

Uma base genética para a empatia, no entanto, não significa que a empatia não possa ser aprendida e melhorada. Mas os pesquisadores esperam que isso possa fornecer uma maneira de prever quais terapias serão mais benéficas para as pessoas e até mesmo novos insights sobre as causas do autismo.

(Fonte: Portal Aleteia)

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