
A empresa de relações públicas Central Press, que cuida dos interesses de imagem do ICI, Instituto Curitiba Informática, pede, em sintético bilhete da funcionária Luciana Sálvaro, que a coluna esclareça que:
a) O episódio “Federais fazem busca em escritórios e casa do ICI”, publicado pela coluna “tem mistura de fatos ocorridos há dois anos”. Mas não corresponde à verdade de hoje.
b) pede retratação do noticiado.
RESPOSTA:
Enfim, o ICI reconhece que há dois anos foi vasculhado pela Polícia Federal. Os federais, sabe-se, não brincam em serviço, devem ter tido bons motivos para a devassa que então fizeram no ICI. A nota não rememora, como seria oportuno, os resultados da ação da PF. Afinal, essa omissão é compreensível: trata-se de comunicado de uma empresa de RP, zelosa pelos negócios do seu contratante, o ICI e Sr. Haroldo Jocobovicz. E a devassa da PF sempre será um assunto difícil de encarar com objetividade. Um tema, por que não dizer, é nada agradável para quem faz RP, muito menos para seu contratante, o Sr. Jacobovicz.
Quanto ao episódio reportado agora, neste final de semana, a coluna nada tem a negar. Até porque o assunto corre em sigilo (e mantenho minhas fontes, claro, um direito constitucional).
Continuo investigando o assunto. E mantenho o que foi dito. A fonte é de primeira, coisa que empresas de RP quase nunca sabem avaliar. Trabalham a partir de fontes únicas, aqueles que as contratam.
E aproveito para acolher a “advertência” oral feita pela Central Press por meio de sua jornalista, mera funcionária da empresa preposta do Sr. Jacobovicz: que então entre na Justiça contra mim. Isso só me daria maiores motivações para aprofundar as muitas denúncias que existem sobre a ação do ICI nos negócios do Município de Curitiba, e cujos danos afetam os milhões de munícipes curitibanos.
