
A parada do Senado – duas vagas – está ficando mais complicada do que aparentava de início. Assim, considere-se que Roberto Requião, apesar de tudo, tem seu universo bem definido de eleitores; já Osmar Dias, se levarmos em conta o que anuncia a revista Veja desta semana, estaria mesmo marchando para o Senado, onde já esteve, e com bom portfólio de ações. Não se sabe com quem marcharia, se de fato desistir da candidatura ao Governo (Ratinho? Requião?).
A deputada Yared é dona de eleitorado respeitável, e quer também ir para a chamada câmara alta.
MUITO EM COMUM
Para mim, as duas fortes novidades para a batalha do Senado são os educadores (que se fizeram também empresários de alto porte) Wilson Picler (Grupo Educacional Uninter) e Oriovisto Guimarães (grupo Positivo).
Os dois têm em comum, e por isso com grande apelo junto ao eleitorado cansado dos chamados “políticos profissionais”, o fato de terem se feito do nada. Vieram de raízes populares, de famílias pobres.
DETALHANDO
Ontem, uma fonte, por mim ouvida colocava em dúvidas a candidatura de Picler ao Senado: “Tudo indica que ele vai tentar a Câmara”.
Ao mesmo tempo, o educador Oriovisto Guimarães almoçava com o sólido homem de marketing e publicidade Rogério Mainardes.
Ao que ouvidos atentos recolheram do encontro, os dois trataram basicamente da candidatura ao Senado do fundador do grupo Positivo.
Rogério Mainardes deverá ser o coordenador da campanha de Guimarães.
