
Aroldo,
Seu texto muito me emocionou, principalmente pelo fato de você e eu fazermos parte de uma geração que acredita e defende que a arte seja talvez o maior patrimônio humano – não apenas historicamente, mas também no tocante ao desenvolvimento da sensibilidade. O aspecto magistral, citado no seu texto em relação à administração do Museu só foi possível porque tinha comigo uma equipe que acreditava na arte, em especial a paranaense. Uma equipe que, assim como eu, defendia que o Museu deveria pertencer a todos.
Agradeço enormemente a lembrança
TECA SANDRINI (ESTELA), Curitiba
