sábado, 27 junho, 2026
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GINCANAS, NA MEMÓRIA DE ROTTENBERG E DA CIDADE

Hélio Rotenberg: Curitiba para sempre na memória; Bruno Miraglia: companheiro de desafios; governadora Cida Borghetti: presença no 25 de junho
Hélio Rotenberg: Curitiba para sempre na memória; Bruno Miraglia: companheiro de desafios; governadora Cida Borghetti: presença no 25 de junho

Excertos do precioso perfil do empresário Hélio Rotenberg, grupo Positivo, que meu livro Vozes do Paraná 10 apresentará. O lançamento do livro será no dia 25 de junho, às 19h39 na Sociedade Garibaldi, juntamente com a solenidade de entrega do diploma Grandes Porta-Vozes do Paraná, com a presença da governadora Cida Borghetti. Leia:

AS GINCANAS

“Para Hélio, curitibano nascido em 1961 no Hospital Paciornik, pelas mãos do antológico Moysés Paciornik, o mundo das gincanas, e particularmente aquele do Clube Curitibano dos anos 1980, foi um marcador em sua história de vida. Ali, na brincadeira-desafio, foi consolidando a “ordem” recebida dos pais – Julio e Frida – de sempre responder (bem) aos desafios. E deles retirar lições para a vida, na qual, diziam, teria de ser campeão. E assim tem sido, a partir do primeiro lugar conquistado no vestibular de Engenharia da UFPR.

Obedeceu-os plenamente, até agora.

DESAFIOS ESTAPAFÚRDIOS

Entenda-se: nas propostas da gincana, atividade irmã gêmea do lazer, cada equipe de “gincaneiro” tinha de achar respostas e soluções aos muitos desafios dados. As tarefas poderiam ser as mais inusitadas e até estapafúrdias…

MUNDO SEM GOOGLE

Imaginem-se as situações mais insólitas possíveis contidas nos puzzles que tinham de ser decifrados e nas tarefas cumpridas em tempo escasso!

Em dias sem Google… Sou daqueles que viram as gincanas de perto – por vezes ajudando algumas equipes a responder perguntas – pelos seus aspectos didático-pedagógicos: elas propunham desafios, antecipando-se àqueles que os jovens iriam encontrar pela vida inteira.

600 GINCANEIROS

Em recente pesquisa sobre a história de Curitiba no século 20, fui encontrando referências a Rotenberg, criador e propulsor da equipe que liderava junto com o amigo Bruno Miraglia. Envolvia 600 pessoas, o que não era número exagerado para a competição. Com ela, o líder Rotenberg foi campeoníssimo por três vezes seguidas… “O carro do prêmio a gente vendia, pagava despesas, dividia o dinheiro entre a gente. E tudo virava festa”, explica Hélio, num raro momento em que me pareceu saudoso de certas realidades.”

Cenas de gincanas curitibanas: Carros da equipe Les Paxá na década de 1970.
Cena de gincanas curitibanas: Carros da equipe Les Paxá na década de 1970.
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