
Praticamente não há portaria de edifício do Batel, nas proximidades da Praça do Japão, em que não se encontrem folhas para coleta de assinaturas do abaixo-assinado contra o projeto da prefeitura de ‘cortar” aquele logradouro simbólico da cidade.
Será que a área dita técnica da Prefeitura e a sensibilidade humana dos assessores do alcaide (prefeito, para os que não consultam dicionário) persistirão em caminhar separadas?
