
Estranhei: os movimentos negros do Paraná, que buscam a justa valorização da população afro-brasileira, até o começo da tarde desta quarta, 13, não haviam se manifestado sobre a vinda a Curitiba da ministra dos Direitos Humanos, Luizlinda Valois.
A magistrada baiana, 75, jurista e ex-desembargadora do TJ-BA, não está sendo festejada como merece pelos chamados movimentos sociais. Mas merece, pois foi a primeira negra desembargadora no país, e tem currículo apreciável.
O silêncio teria, eventualmente, como explicação o fato de Luizlinda Valois ser filiada ao PSDB e pertencer ao governo Temer?
Pode ser. Pode ser.
A ministra lança livro neste 14, no Memorial de Curitiba.
