
Pouco ou quase nada se mostrou para o grande público da cerimônia religiosa do casamento de Maria Victoria e Diego Campos, celebrada pelo arcebispo dom José Antonio Peruzzo na Igreja do Rosário, ao cair da tarde de 14, em Curitiba.
O registro da celebração das bodas reflete o que foi a solenidade, seguida depois por recepção na Sociedade Garibaldi, do qual Cida Borghetti é diretora e onde Maria Victoria celebrara seus 20 anos.
O encontro foi fundamentalmente familiar e de um rol de amigos muitos próximos. Os políticos foram quase que apenas os deputados colegas da noiva.
As cenas de barbáries, provocadas por “movimentos populares” não conseguiram toldar o significado cristão do casamento. Nem impedir um direito líquido e certo: numa democracia, cada um tem o direito de casar onde quiser.
Mas como esquecer o cárcere privado que a turba conseguiu impor aos que foram ao templo do Rosário (histórica construção, e depois alvo de depredação) para a festa da filha de Ricardo Barros e Cida Borghetti?.
fotos: Marco Zammarchi









