Caro Prof. Aroldo!
Quando fui inspetor do Banestado, na primeira metade da década de 70, estive em localidades do interior do Paraná que me reservaram surpresas em todos os sentidos: das mais desagradáveis às mais deslumbrantes.
Quando estive na cidade de Colorado, no extremo norte paranaense, descobri que na área rural um místico estava construindo uma cidade que ele denominava Aluminosa. Esse homem era conhecido como “Profeta”. Em Colorado as pessoas apelidaram Aluminosa de “Cidade do Apocalipse” e “Cidade do Fim do Mundo”.
Surrealista, instigante, fantástica, de um rústico que beirava o poético, para o Profeta era o único lugar do planeta que não seria alcançado pelas labaredas do Apocalipse.
Estou anexando meu artigo, “Aluminosa, a Cidade do Fim do Mundo” porque acho que o sr. gostará de ver as fotos da estranha cidade, e conhecerá o seu melancólico destino. Eis o link:
http://fsoutone.blogspot.com.br/2017/03/aluminosa-cidade-do-fim-do-mundo-por.html
FRANCISCO SOUTO NETO, advogado e crítico de artes plásticas
