
O Paraná teve dois outros ministros da Saúde, antes de Ricardo Barros: Aramis Athayde e Luiz Carlos Borges da Silveira (governo Sarney).
Saíram-se bem na foto.
No tempo deles, no entanto, não deixaram de ser vítimas prediletas de eternos críticos: frequentavam o noticiário com ácidas indagações, com certa frequência, pois saúde pública é – justamente – preocupação nacional. E objeto de muitas pauladas, algumas até justificadas por contas das maracutaias que no passado permearam a pasta.
TERCEIRO (2)
A história se repete: o ministro Ricardo Barros é injustamente apontado como “responsável pelos danos que a febre amarela estaria causando em certos estados”. Tal como registrou o ‘Estadão’ de domingo, 22. E por isso o paranaense estaria no olho do furacão do Planalto e poderia ser substituído por outro nome do PP, ainda segundo o jornal.
Especulação é própria do metier jornalístico.
Mas a “culpa” atribuída ao ministro é exagero sem limite. Goste-se ou não de Barros.
