Professores da Faculdade Evangélica do Paraná- FEPAR, (mantida pela Sociedade Evangélica Beneficente) viram alguns cursos da instituição ganhar sobrevida, com a decisão da justiça que mandou que a SEB os reabrisse.
No fundo, há louvores ao presidente do sindicato dos professores de ensino superior de Curitiba, que defendeu acirradamente a ideia de reabertura.
“O problema é que na própria Faculdade houve, desde o começo, um desincentivo por parte dos funcionários. Eles colocaram minhoca na cabeça dos que tentavam se rematricular, avisando: essa decisão é temporária”, diz à coluna ex-diretor da FEPAR.
Na fala dos funcionários ficava implícita a possibilidade de os alunos poderem perder, ao final de nova decisão judicial.
