Houve um primeiro encontro do governador com emissários da CBTU, em Curitiba.
Grandes cidades têm optado por mais de um sistema de transporte.
Metrópoles do porte de Curitiba geralmente têm um mix de trens, veículos leves sobre trilho, ônibus, metrô, bicicleta e outros complementares, como o caso de aplicativos.
Neste aspecto o Governador Ratinho Junior promove uma inteligente decisão de gestor, para um assunto que envolve Curitiba e sua Região Metropolitana: possibilitar que Capital tenha o privilégio de ter um VLT-Veículo Leve sobre Trilhos, trazendo uma alternativa ao transporte de pneus, há 50 anos senhor absoluto do transporte de massa na Capital.
O ENCONTRO
A notícia foi divulgada no site viatrolebus.com.br e segundo o meio de comunicação houve um encontro entre o governador e representantes da CBTU, que estiveram em Curitiba para apresentar um diagnóstico preliminar da primeira fase do estudo técnico para implementação do meio de transporte.
RETALIAÇÕES
Ocorre que o projeto pode sofrer retaliações veladas ou até explicitas da equipe do alcaide Rafael Valdomiro Greca de Macedo, “a quem não interessa que trilhos continuem a cortar a cidade”, como observam especialistas em mobilidade urbana.
O argumento é de que “pneus são melhores”. O comentário do alcaide refletiria interesse privado de preservar a ótima relação que tem com os controladores do transporte coletivo de Curitiba. E especialmente com uma família tradicionalíssima da área.
TUDO OK?
Segundo alguns ouvidos atentos dos corredores da prefeitura, “diante da propalada melhora significativa de sua saúde, a pretensão primária do Prefeito é a reeleição”. E a secundária seria “ser governador do Estado do Paraná”. Disso não mais faria segredo.
Neste aspecto, estratégica é a ação do prefeito em manter o apoio de certas bases. Uma delas, a família Barros (Cida e Ricardo) e também de grandes grupos empresariais do transporte paranaense, controladores de um sindicato fortíssimo e ramificado no Estado.
Já a família Barros – Cida Borghetti e Ricardo Barros – traria o apoio de parte do Norte do Estado e de grandes cidades, como Maringá e Londrina, segundo o raciocínio do alcaide.
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