Uma força-tarefa faz uma vistoria completa, todos os dias, nas instalações do Porto de Paranaguá. Desde a área de embarque e desembarque até os terminais de container, pátios de estacionamento e escritórios, tudo para localizar e limpar possíveis focos do aedes aegypti. Até agora, nenhum caso de dengue, chikungunya ou zika foi localizado na área portuária, situada na cidade que registra o maior número de casos das doenças no Paraná.
“Além dos cuidados que estamos tomando com a limpeza, contamos com um fator circunstancial: as poças de água de todo o Porto tem resquícios de fertilizantes, o que afasta o mosquito”, explica o superintendente, Luiz Henrique Dividino (foto).
