Há assuntos-tabu na URBS, a empresa em que a Prefeitura de Curitiba tem controle quase total. Um deles, no momento, é falar-se, mesmo que em voz muito baixa (pianíssimo) sobre a ação trabalhista que corre na Justiça do Trabalho de Curitiba, em que a empresa é acionada na JT por grupo de funcionários que alegam terem sido vítimas de assédio moral por parte de uma dirigente da URBS.
O grupo pede indenização milionária e condenação da diretora objeto das acusações.
A velha senhora – “supremo exemplo de maldade encarnada”, conforme alega uma das reclamantes – promete ir até “execução capital” a quem tocar no assunto nos domínios da URBS.
No entanto, ocorre que essa ação coletiva, destinada a ser notícia nacional, está ganhando domínio público.