quarta-feira, 15 julho, 2026
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UM PEDAÇO DO JAPÃO EM CASTRO, REALIDADE QUE ANTONELLI MOSTRA

Pouco conhecida do público em geral, a presença nipônica naquela cidade começou a partir de 1958.

Diego Antonelli: sempre o Paraná

A chegada dos primeiros imigrantes japoneses na cidade de Castro, na região dos Campos Gerais do Paraná, é tema de um livro que está sendo escrito pelo jornalista e escritor Diego Antonelli. A obra encontra-se em fase final de pesquisa e entrevistas. Com o título “Sol Nascente – Um pedaço do Japão em Castro”, o livro deve ser lançado no próximo ano.

1958, O COMEÇO

Os primeiros imigrantes nipônicos chegaram à localidade em 1958 com a vinda das oito famílias. O processo foi uma iniciativa da Cooperativa Cotia, que se encantou com a fertilidade da terra da região para o cultivo de batata. A colônia japonesa começou com 460 alqueires de terras que a cooperativa comprara da Fazenda Volta Grande em julho daquele ano. Já o entreposto da Cooperativa Cotia foi instalado dois anos mais tarde – em 1960.

livro “Jornal Voz do Paraná – uma história de resistência”.

DIFÍCIL ADAPTAÇÃO

Dificuldades de adaptação à cultura brasileira, moradias precárias e a barreira do idioma foram alguns dos obstáculos que os imigrantes enfrentaram ao chegarem ao Paraná. Muitos sequer voltaram para o Japão para reencontrar seus familiares. Uma saga que deixou um legado cultural e econômico na cidade de Castro até os dias de hoje.

O AUTOR

Diego Antonelli é autor de quatro livros: “Em Domínio Russo”; “Paraná – Uma História”; “Vindas: Memórias da Imigração”; e “Voz do Paraná – Uma história de resistência”, lançado recentemente.

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