Bem Paraná – Assim como Alceu Valença, João Bosco e Maria Bethânia, o cantor e compositor Toquinho chegou aos 80 anos de vida. O artista entra, oficialmente, para o time dos “octogenários da música brasileira” e em plena atividade.
Neste sábado, 29 de agosto, no Teatro Guaíra, o músico traz para Curitiba a turnê “Só Tenho Tempo Pra Ser Feliz”. No espetáculo, ele revisita diferentes momentos de sua trajetória e terá a participação especial da cantora Camilla Faustino. Os ingressos estão à venda pelo Disk Ingressos.
Em entrevista exclusiva ao Bem Paraná, o músico comenta sobre como mantém a paixão pela música após tantas décadas de carreira e as expectativas para a nova turnê. Toquinho também relembra uma de suas passagens mais marcantes em Curitiba: a inauguração do Teatro Paiol, em 1971, ao lado de Vinícius de Moraes e Marília Medalha.
“Nós somos resistentes, né? Estamos aqui. 80 anos é quase um século, não é brincadeira, não. Sem contar o que se tivesse viva, a Gal Costa. Chico [Buarque] e Caetano [Veloso], [Gilberto] Gil, Ney Matogrosso. Enfim, é uma uma geração danada aí e eu faço parte. É uma geração artisticamente muito densa, né? Historicamente muito bem formada e com uma estrutura de carreira, cada um com um DNA. É engraçado que, numa geração dessa com tantos nomes, você não vê uma música parecida com a outra. Você vê a música do João Bosco, é do João Bosco. É do Chico, é do Chico. Ivan Lins, é do Ivan Lins. Enfim, isso é muito difícil, esses DNAs todos, com a mesma característica, com o mesmo caminho, mas com características diferentes”, afirmou Toquinho.
Confira a entrevista na íntegra.
Toquinho
- Data: Sábado, 29 de agosto, às 21h
- Local: Guairão
- Endereço: Rua XV de Novembro 971 – Centro – 80060-000 – Curitiba – PR
- Valores: a partir de R$ 140 (meia-entrada), no Disk Ingressos
