A coordenação de concursos do Ministério Público do Paraná prometeu, mas não cumpriu: Fazer chegar aos candidatos que disputam as dez vagas de promotor substituto, uma explicação sobre a acusação de que fiscais teriam utilizado celulares durante as provas.
As informações são de que um grupo de whatsapp foi criado e servia para a comunicação entre salas. Mais: a irregularidade se acentuaria porque os fiscais eram encarregados de acompanhar os candidatos ao banheiro e o faziam de posse do celular.
“Tudo muito esquisito”, diz um amigo da coluna, que participou do exame e que promete “vigilância até o fim, pois “o preço da liberdade é a eterna vigilância”.
O “slogan” me lembra o grito de guerra da antiga UDN.
