
Não tenho dúvidas em arriscar um prognóstico: será a conferência com o maior público que teremos este semestre em Curitiba, aquela que o juiz Sergio Moro – o magistrado da Lava-Jato – fará dia 29, uma quarta, a partir das 19 horas, no Instituto dos Advogados do Paraná.
Mas não se imagine que o IAP não enfrentou algumas oposições dentro da categoria profissional: houve protestos de advogados (muitos sendo ligados à defesa de personagens indiciados pela operação que está mudando o país), contestando o momentum e o local de acolhimento do juiz Moro.
Acham eles que “o juiz não deve ganhar palco no IAP”.
Também, esclareço, foram inúmeros os que os causídicos que ligaram aplaudindo a iniciativa de José Lucio Glomb e diretoria do Instituto.
Ninguém imagine, no entanto, que Sergio Moro, hoje o mais conhecido e acatado juiz federal do país, vá tocar em casos específicos da Operação Lava-Jato, o que seria um erro primário que esse magistrado jamais cometeria.
Autor de artigos e obras sobre a lavagem de dinheiro, é sobre isso mesmo – a lavagem de dinheiro – de que se ocupará. O que, diga-se, valerá por uma aula sapiencial. É autoridade consumada no tema.
